Nasceu em Pacatuba. Filho de Henrique Gonçalves da Justa e Engrácia de Paula Justa. Dedicado aos estudos de Mecânica e Aerostática, publicou: Navegação Aérea (1899), versando sobre o Aeroscafo, aparelho de sua imaginação, misto do gênero mais pesado que o ar. Suicidou em 2 de julho de 1909, deixando inédito o trabalho A Aeronáutica, em que, depois de focalizar as suas origens, expunha a teoria do balão livre e a construção de um balão aerostático. Colaborador do “Jornal do Comércio” do Rio de Janeiro, onde escreveu vários artigos sobre arte.
AJ
Este é o verbete 1001 Cearenses Notáveis
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