Natural e morador no Crato quando rompeu o movimento republicano de 1817, pregado por Alencar.
Preso por Filgueiras e remettido ao governador Sampaio, foi levado para os cárceres da Bahia, donde o fez sahir a annistia geral de 1821.
Egual destino tiveram Francisco Pereira da Maia Guimarães, João da Costa Bezerra, Antônio de Hollanda Cavalcante, Antônio Carneiro, Manoel da Costa e outros, também naturaes e então moradores no Crato.
Delles todos, como dos chefes do mallogrado movimento, se occupa com maiores ou menores detalhes o Padre Joaquim Dias Martins no seu livro Os Martyres Pernambucanos victimas da liberdade nas duas revoluções ensaiadas em Pernambuco.