Nasceu em Fortaleza, 23 de março de 1945, filho de José Marques Pereira e Clotilde de Abreu Pereira. Estudou no Liceu e bacharelou-se pela Faculdade de Direito do Ceará. Fez cursos de extensão na École Pratique des Hautes Études da Sorbonne (Economia e Sociologia), na Universidade de Harvard (Problemas de Desenvolvimento), na South Florida University (Língua e Civilização), na Fundação Getúlio Vargas (Marketing e Relações Públicas) e na Escola de Administração de São Paulo (Relações Públicas). Membro da Associação Cearense de Imprensa. Diretor do Departamento de Turismo da Prefeitura Municipal de Fortaleza.
Diretor da Cruz Vermelha Brasileira (Seção do Ceará) Representante Regional do. Programa de Intercâmbio Cultural da UNESCO. Trabalhou no gabinete dos Presidentes do Banco do Nordeste do Brasil Hilberto Silva e Rubens Costa. Fundador da Fundação Cultural de Fortaleza, dirige o importante órgão desde o início, com apenas um pequeno interregno, e à frente do mesmo, com o apoio dos Prefeitos Maria Luiza Fontenele, Juracy Magalhães e Antônio Cambraia, tem realizado obra realmente notável, projetando nacional e internacionalmente o nome da capital cearense; dentre as muitas iniciativas que lhe coube adotar podem ser relacionadas a restauração do antigo Cine-Teatro São José, dotando Fortaleza de mais uma casa de espetáculos à altura do seu desenvolvimento; a construção do Palácio da Cultura, com amplo anfiteatro; o projeto Sala de Leitura; a criação do Madrigal de Fortaleza; a publicação dos Cadernos Culturais; o intercâmbio unindo Fortaleza a cidades do interior do estado, do Brasil e do exterior; os prêmios Literários “Cidade de Fortaleza”, a manutenção dos Salões de Abril; os programas de treinamento especial a educadores dos municípios interioranos; a concessão dos importantes prêmios Placa de Prata do Mérito Cultural; a recuperação de pontos históricos de Fortaleza, como a Praia de Iracema e o Estoril; o lançamento de livros e discos; os festivais de quadrilhas; i criação da Orquestra de Flautas e da Orquestra Sinfônica de Fortaleza; os Encontros Cearenses de Bandas de Música; a revitalização do carnaval de rua e dos festejos de fim de ano, além de muitas e muitas outras iniciativas, que prestigia sempre com a sua presença e o seu entusiasmo. Note-se que, vítima de um desastre automobilístico em 1973, quando voltava de viagem de serviço a Recife, Cláudio não se intimida diante de qualquer -problema e, carregado em cadeira de rodas por fiéis e prestimosos servidores, jamais deixou de comparecer a qualquer solenidade para que seja convidado, fazer longas viagens - inclusive de avião ao estrangeiro - e comportando-se como uma pessoa normal e sem deficiências físicas. Recentemente, esteve no Rio de Janeiro, promovendo a II Feira Arte Popular do Ceará na antiga capital da República, e viajou aos Andes (Peru e Bolívia), para estabelecer intercâmbio cultural com municipalidades daqueles países.