Filho de Manoel Alexandre Teixeira, bahiano, e irmão do Padre Felippe Benício Mariz, que foi presidente do Governo Temporário do Icó.
Foi grande amigo de Pinto Madeira, influencia preponderante na Commissão Matuta do Icó e um dos mais perigosos potentados, que possuiu a antiga Província e a que deu caça o Presidente Alencar, conseguindo prendel-o apezar da numerosa e importante parentella e do bando de sequazes de que vivia cercado.
Submettido a julgamento nos jurys de S. Matheus e Icó, foi em ambos condemnado á morte mas tendo appellado para o Jury de Fortaleza a conselho do Capitão-mór Baptista Vieira e contando com o patrocínio dos políticos conservadores foi condemnado a 20 annos de prisão com trabalho para o Rio Negro. Isto foi em 1835. No papel de doação feita a D. José Affonso de Moraes Torres para património do Seminário de S. José de Manaus figura elie como testemunha. Cumprida a pena, voltou ao Ceará a 24 de Novembro de 1855.
Falleceu no Icó, terra do seu berço, em 1874 quasi centenário e cego.
Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.