Nasceu a 26 de Abril de 1871 na cidade do Crato, filho do capitão de Voluntários da Patria Felismino Marques Peixoto e de D.a Hortulana de Alencar Peixoto, sobrinha de D. Barbara Pereira de Alencar.
Tendo frequentado as aulas primarias dos professorer Raymundo Duarte de Moura e Manoel da Penha de Carvalho Brito, e estudado alguns preparatórios no collegio Venerável Ibiapina de que era director Telles Marrocos, entrou para o Seminário de S. José do Crato a 17 de Março de 1891. Por esse tempo publicou na Typ. do “Binóculo”, de Recife, um pequeno opúsculo em latim.
Fechado o dito Seminário, partiu no anno seguinte para Pernambuco e matriculou-se no Seminário, mas por motivo de moléstia abandonou-o e voltou ao Ceará entrando então para o Seminário de Fortaleza (1893), que por sua vez deixou pelo do Estado de Parahyba onde se matriculou a 14 de. Julho de 1895.
Ordenado presbytero a 14 de Novembro de 1897, cantou sua 1” missa a 8 do mez seguinte na Matriz de N. S. da Penha do Crato.
Nomeado parocho da freguezia de Saboeiro e Arneiros (189B), e da freguezia de Cachoeira (14 de Janeiro de 1901), pouco tempo exerceu essas importantes funcções.
De volta á terra do berço fundou o Gymnasio Cratense, com o concurso do Pe. Agio Moreira Maia, Antenor Madeira e José Esmeraldo Sobrinho e fez-se jornalista, redigindo o “Sul do Ceará”. Transportando-se para Joaseiro (1907), substituiu na capella de N. S. das Dores ao Pe. Agio Maia, que falleceu a 9 de Maio de 1908, e ahi redigiu “O Rebate”, cujo 1? n. é de 18 de Julho de 1909.
Publicou Joazeiro do Cariry, Typ. Moderna/Fortaleza, 1913, in-8.o peq. de 227 pp.