Filho do tabellião de Canindé, Francisco de Paula Natalense, fallecido em 1878, e de D.a Innocencia Carolina de Castro, filha de Antonio de Castro e Silva, e irmão de Felippe Sergio Natalense, Laurindo de Castro Natalense, Sergio de C. Natalense, Patrício de C. Natalense, Antonio de C. Natalense, Francisco de C. Natalense, D.a Idalina de C. N. Souto, casada com Francisco de Paula Souto, D.a Julia de C. Natalense e D.a Anna de C. Natalense.
Nasceu em Quixeramobim a 17 de Março de 1840. formou-se em sciencias juridicas e sociaes na Faculdade de Pernambuco em Novembro de 1870 e morreu a 14 de Junho de 1893 como juiz de direito da comarca de S. Francisco de Paula de Cima da Serra, Rio Grande do Sul, para a qual fora nomeado em Junho de 1890. Foi na Província juiz municipal de Maria Pereira.
Publicou quando estudante um livro de versos sob o titulo A Camponeza, e depois de formado, em 1883, o poemeto A Ceareida e o Brazil Livre, Epilogo da Ceareida (Abolição da escravatura), Ceará, 1888, Typ. Econômica, Praça do Ferreira, 43.
Casou com D.a Brasília de Sabóia Castro Natalense, filha de Domingos Carlos de Sabóia e D.a Antonia Carolina de Sabóia.
Alem de D.a Innocencia Carolina teve Antonio de Castro e Silva mais tres filhos: Antonio de Castro Silva, Marcolino de Castro Silva e D.a Anna Josephina, que casou com o Major João Cassiano Bezerra de Menezes.