Da Congregação do Oratório, da casa da Madre de Deus, de Pernambuco. Nasceu em Sobral a 21 de Dezembro de 1787. Victima da cholera, falleceu em Arronches a 13 de Julho de 1862. Era filho do Capitão-mór Antônio José da Silva Castro e de D.a Francisca Domingues de Castro e Silva, natural de Villa Rica em Minas Geraes, e fallecida aos 88 annos em Fortaleza a 12 de Janeiro de 1854.
Foram seus irmãos : Vicente de Castro Silva, que casou com D.a Maria Jeronyma Figueira de Mello e foi pae do Dr. José Archanio Figueira de Mello e T.e C.el Francisco Frederico Figueira de Mello; João Antônio de Castro Silva, que foi casado com D.a Maria de Castro Silva; Marcos de Castro, que foi casado com sua sobrinha D.a Joaquina de Castro; D.a.Anna Clara, que foi casada com João Luiz de Abreu, português; D.a Ursula de Castro Silva, que foi casada com Joaquim Gonçalves Bastos, natural de Pernambuco; D,a Rita de Castro Silva, que foi casada com Antônio Viriato de Medeiros, natural de Parahyba; D.a Thereza de Castro Barbosa, que. foi casada com o Capitão-mor Joaquim José Barbosa; D.a Maria Clara de Castro, que foi casada com Rufino da Silva Fialho; D.a Ignacia Faustina de Castro, que foi casada com José Mendes Pereira,.português; D.a Rufina Senhorinha Pimentel, que foi casada com Joaquim José Machado Pimentel, português; D.a Josepha Carolina Ignez de Castro, que foi casada com Felisardo José de Castro, também português. Publicou:
Bibliografia1
- Resposta ao manifesto do ex-commandante das armas do Ceará Conrado Jacob de Niemeyer contra o Padre Antônio de Castro e Silva, Rio de Janeiro, 1828, 20 pp. in foi. e em duas columnas. Vem em appendice 35 documentos.
É a demonstração da arbitrariedade, commettida por aquelle presidente da Commissão Militar mandando prendel-o por uma patrulha ás 10 horas da noute de 12 de Novembro de 1825.
Carta ao Redactor do Semanário Constitucional. Impressa na Typ. Constitucional de Barbosa, 1832.
Uma Lei Provincial de 23 de Julho de 1861 aposentou-o no logar de Capellão de Cemitério de Fortaleza e uma outra, de 29 de Agosto do mesmo anno, concedeu-lhe a faculdade de ser sepultado na capella da povoação de Arronches.
Era também muito dado a trabalhos theatraes; uma carta de Tristão Gonçalves de 15 de Julho de 1824 trata desse seu gosto: “A desculpa que V. S. allega para não fazer a Comedia não he admissível, por quanto estou informado que só V. S. he capaz de tomar sobre si este trabalho, nenhum outro em mais propensão para o dezempenhar do que V. S.