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O Nordeste

Agosto de 1949, página 27 · 2 trechos transcritos

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  • A KEMA. 4 AGOSTO 1949 O NORDESTE Xa** |T| TEHCE1RA PAGINA
  • signo barbaria DÊ BUBÜIÀ Gin decurso proferido desapareceram, m AssunbteUi Gernl completo, , |tth$ UiWás, dClegu- viviam, som |e hiçlatciTa. Br. Het- roteiro verto A razão era tão revoltante desprezo húclbus habitan- pelbs direitos sociais, tes país colaboraram regime totalitário, lObm inimigo e a maio- imposto ditadura 1.5&1 B Ê V A S t A Ç A matutinos cidade, foram co-mentadas denúncias rè- nantes visão e experiência dós problemas vitais, já teria, há ’ , obviado a . sucede, porém, é povo ficar ííòrestàs c ator MoNcil, colocou . Groniyko. repreenuh-lf soviético. Chi sério a* pertoQuis saber sorte vãn> poros integrados destino. PólilbUhb aprovou, a 26 junho 1946, a terrivei resolução a-bolia a petmanêncià populações locais ria não opôs traido* rcs. Ficava, , sumaria* mente reconhecida a culpabilidade cm massa gente, passou a soférrea Stalin, pessoas merecem animais. a guerra passada, cálculos Mc-Neil, Kremlin acresceUidas Secretaria Agricultura, contia a derribada, discriminação, vem fazendo matas, interior. pagar, quilou-otes energia, oscilações permanentes preço dêsse combustível, duas , , sangra a bolsa ê nós sano território U. R. S. S. -encontravam. irer a execrável pena proscrição. centou dc 18 - * Ihõcs dc almas à popula- h Figuram viti- cão império IIOTEIRO WRTO? 0 . Alexandre Kon* £r jornalista exor #a atividade im Bnsa carioca, aprccian- discurso s Jcào Daudt Olivei B cm Florianópolis, ias passado, diz HE {NdavrAs .devem -vir dc u co partido a renascença tradicional interdependência ersários. Nós não tivemos paga, pague sacrifício vidas e não entrámos guerra botins, já demos exemplo mundo perdoando a dívida Paraguai pára . precisavamos tratamento á altura sacrifícios, dedicação, tó crueldade inaudita tártaros Cri-, alemães Veiga, Kalmukos Cáspio, Rà* rathdi HÜ Uáúcàso, bal-kars dc Tiflis. Czares. aquisição demográfica, obtida á força bruta, c constituída dc párias, dbgradados cativeiro trucuas cülturas. iíhgüás lêhtb, eEunião, desentendi mento, secessão, ouxeram á cizânia u plantação e raposas rebanho. Estados' Unidos olhem aspecto atividade sú nós e compreenderão não a mamos, merecessem e não ciamos comô seria desejar. veis. Só espírito en-preendedor c persistente poderia lembrar lançar uhi periódico tão elevados intuitos. A invista Nordeste Econômico e Finaiv ceiró > não apresenta atrativos intelectual e informativa. feitio material é recomeú-daveis, honra também a. indústria gráfica Fort aleza. PEQUENAS EMPRESAS matutino pública uihã rêportagèm a Empresa São Jorge. Conta algumâs réallzàêõès a-preciaveis ‘ comciações atualíssimas necessidades problemas, estudiosos curiosos problemas não podem ig nor&r a existência brm íeito boletim in-formáções e importante repositório debates e estudos interessa perlo Ctará e Nordeste. último número, L S. tcl ê a cela carnaúba £ sintéticos, a fibra -godão cearenses, *G problema trabalho rural Ceará*, a salinidade dc colos Nordeste, a-lém informações éco nômicas, industriais, nanceiras, agrícolas cooperativistas. gue ido, traz aprepânhia dc transportes, a-pontando-a progres sista — titulo quê ninguém nega. , a altura, faz referência injusta ás pequenas empresas — dando atravancado-ras p r gres-so e prejudiciais à coletividade. Não temos procuração atingidos fazer- a defesa. Não pod smos, , deixar fie nós temos a brigação auxiliar publicação, não déve ficar primeiros números, continuar prestando inestimáveis serviços á gente e á terra. reconhecer importante papel vem cabendo tempos crise transportes e sur-tos exploração. não poderem apresentar carros e modernos, a exemplo , empresas concorrem a quota desafogo trâ
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