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O Nordeste
Setembro de 1949, página 4 · 12 trechos transcritos
Manchetes desta página
- Consultório Soviético: A azáfama precede à tormenta recomeçou
- URSS: O povo soviético está esperando guerra e o Governo, sob o falso estandarte da 'defesa da paz', tenta convencê-lo de que a guerra é inevitável e iminente.
- A psicose de guerra que agita o espírito da população russa é produto da propaganda soviética, que age com virulência intra-muros e além das fronteiras.
- Vishinsky definiu a provocação da guerra, mas suas palavras são contrárias à política adotada pelo Governo soviético.
- A imprensa, rádio e cinema soviéticos abundam em informações falsas e alarmantes, capazes de criar uma psicose de guerra.
- Órgãos oficiais de propaganda divulgam notícias sobre o poderio militar russo e a superioridade do Exército Vermelho.
- Governo soviético afirma que não há exército, equipamento militar, canhões, tanques ou artilharia melhores do que os fabricados na URSS.
- A União Soviética, com suas ações políticas unilaterais, força o mundo ocidental a adotar medidas defensivas.
- A máquina de propaganda comunista alimenta a histeria de guerra, acusando as medidas defensivas de atitudes hostis e agressivas à URSS.
- Propaganda russa acusa os 'monopolistas norte-americanos' de não quererem a paz e de procurarem lançar a humanidade em guerra contra a União Soviética e as Democracias Populares.
- O mundo democrático, segundo propagandistas, está empenhado em forjar 'alianças militares com o único objetivo de preparar a Europa e os Estados Unidos para a guerra'.
- Vishinsky disse que 'os interesses da paz e da segurança mundiais requerem a luta contra a propaganda de guerra', enquanto o Marechal Bulganin exortou os militares a 'manterem o nível da luta'.