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O Nordeste
Novembro de 1949 · 7 trechos transcritos
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- Várias correntes reuniram-se pela manhã, dia 15 de novembro. Principalmente três: os positivistas, de fundo ditatorial, minaram a disciplina do Exército, criando a figura do 'baco rei de farda'; os republicanos propriamente ditos, no gênero Quintino Bocaiuva, faziam agitação, mas não constituíam força nas atuações decisivas dos quadros normais da política; e Rui Barbosa, que lutava pela Federação, com análogas: o aparecimento e a exigência da consciência nacional, criando a unidade e tornando política a legitimação da situação obsoleta da antiga: a Independência e a Abolição foram casos típicos. Pensavam que havia incompatibilidade entre a coroa e a Federação, atitude que, evidentemente, não se justificava de modo algum, se se adotassem os esquemas federativos iguais aos dos Estados Unidos da América. O Brasil, na verdade, as duas primeiras forças eram nitidamente republicanas. Rui Barbosa preferia, com entusiasmo, a monarquia. O essencial estava na Federação, e, por essa razão, tinha razão quando dizia que os Estados Unidos não tinham a disparidade da formação brasileira e a formação americana. Rui positivamente não era republicano, mas fosse monarquista a ponto de sacrificar à questão do regime o que era essencial. Não combateu a monarquia.
- A Monarquia achava-se face à exigência liberal do sistema federativo. O sistema unitário estava definitivamente superado; e a questão consistia em aceitar a situação ou perder a própria legitimidade. Não era a vez da longa polêmica.
Anúncios, notas e expediente
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