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O Nordeste
Agosto de 1950 · 12 trechos transcritos
Manchetes desta página
- Prefeitura em anarquia — as ruas de Fortaleza continuam imundas, desaparecem verbas destinadas à limpeza da cidade, e o prefeito Acrísio dirige à Câmara Municipal pedindo suplementação, reforço de verbas, para continuar a orgia administrativa do governo, levando o povo ao deboche.
- A estatística eleitoral do prefeito Acrísio, baseada em balelas, deduzidas de cálculos de grandes números, aponta para quinze mil novos eleitores só na capital.
- O orçamento do ano não incluiu verba para pagamento de extranumerários, e o prefeito Acrísio teimou em não pagar o aumento de salário.
- Há um chefe de serviço que vive acompanhado de 'guarda', em casa e na repartição, temeroso de represálias.
- Secretário da Divisão Pessoal comunicou que um 'homem' leu a 'carta' imoral da Câmara, a mando do prefeito Acrísio, e se ofereceu para tomar a responsabilidade.
- Roubam lâmpadas da iluminação pública, o desfalque é superior a 1.000 lâmpadas.
- Mobilização de emergência: máquinas e funcionários da divisão pessoal, máquinas de escrever, somar, etc., já não querem assumir a responsabilidade pelos atos de demissão.
- A sujeira não achava ânimo para assumir, estava presente nos últimos tempos de Fortaleza.
- Jób consagra sua afecção brônquica.
- O precocido em prova decisiva: há lesões tuberculosas graves e extensas que não se manifestam clinicamente.
- A vitória será para quem tiver a arma do voto.
Anúncios, notas e expediente
- Expediente Gerência do O NORDESTE contrata distribuidor de jornais.