Hemeroteca

Correio do Ceará

Setembro de 1922 · 8 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • LITERATURA CENTENÁRIO: GILBERTO AMADO, CONSTANCIO ALVES, ESCRAGNOLLE DORIA, FELIX PACHECO, FELICIO SANTOS, AFFONSO CELSO E MARIO MELLO DISCUTEM O SIGNIFICADO DO CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Anúncios, notas e expediente

  • Nota social GILBERTO AMADO: 'A cidade palpitante brilha... sol do Brasil nasce não só para illuminar Brasil e a gente brasileira, mas para illuminar o mundo'
  • Nota social CONSTANCIO ALVES: 'Se os dias fossem homens, e os homens, capazes de inveja, susceptíveis de ciúmes; se os homens tivessem voz e pudessem recomendar feitos e desfazer os de outros, Setembro veria a glória atribulada de protestos de irmãos e rivalidades de collegas...'
  • Nota social ESCRAGNOLLE DORIA: 'Gratidão aos humildes que têm colaborado na formação do Brasil, desconhecendo recompensas e glória, sobrevivências e nomeação'
  • Nota social FELIX PACHECO: 'A independência política do Brasil vai ter comemorações diversas e brilhantes, mas apresentará um significado concurso da imprensa'
  • Nota social FELICIO SANTOS: 'A Igreja Católica Brasileira, com entusiasmo, une cordiais hosannas a Deus e à Pátria no Centenário'
  • Nota social AFFONSO CELSO: 'Os sacerdotes tomaram parte na Inconfidência; padre Roma, frei Caneca, padre Miguelinho, padre Feijó, demonstram que, no Brasil, a lei de Cristo e o patriotismo não colidem, mutuamente se completam e corroboram, ligando gerações'
  • Nota social MARIO MELLO: 'Nós, pernambucanos, o 7 de Setembro não tem o mesmo valor que nos outros Estados. D. Pedro, D. Pedro; 7 de Setembro, 7 de Setembro; grito do Ipiranga, grito do Ipiranga. Pernambuco já era independente, desmembra[do]'