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Correio do Ceará

Maio de 1932 · 14 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • A Seca e o Perigo das Aglomerações
  • Horrores da presente crise climatérica desencadeia no Nordeste
  • A seca presente ano enganou, visto que na época de crises climatéricas observadas nas crônicas, verificou-se uma transição tão combinada entre os elementos físicos da natureza e o homem.
  • Observações obtidas há 3 séculos levam à conclusão que ligeiras variantes das secas se repetem em períodos.
  • No século passado tivemos secas e invernos escassos entre 1826-1830, sendo 1826 de grande fama pela intensidade devastadora.
  • No corrente século repetiram-se crises climáticas, sobretudo no quinquênio último referido, o ano de 1925 pediu ao Ceará, deixando várzeas de rios fertilizadas por aluviões e inundações; lagos e açudes cheios e colheitas fartas.
  • O grande açude do Cedro apresenta eloquente demonstração da escassez de chuvas.
  • O ano de 1931, com escassas chuvas, deveu a causas apontadas os males que causou à economia do Estado.
  • O ano de 32 não parecia desmentir as ilusões do povo; janeiro anunciou um bonançoso, trazendo copiosas chuvas alvissareiras e abundância.
  • A salvação pronta dos rebanhos não podiam resistir à inanição e debatiam-se com a falta de nutrição.
  • As pastagens germinadas em janeiro salvaram a pecuária e a riqueza do Ceará.

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