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Correio do Ceará
Março de 1934 · 18 trechos transcritos
Manchetes desta página
- Integralismo: Razões políticas e a hereditariedade real
- Sebastião Pagano (Supremo Conselho Imperial Patrianovista) discute a necessidade de sucessão hereditária no Integralismo.
- Integralismo Rei: Governo fraquíssimo, a democracia falhou e não é organizável.
- A eleição do Supremo Chefe do governo enfraquece a autoridade, segundo o Integralismo.
- O Integralismo é um retorno à fase pré-revolução francesa, com a revolução destruindo a Monarquia.
- A República substituiu a Monarquia por um governo fraco e liberal.
- O princípio eleitoral é um retorno à Idade Média, substituindo chefes temporais por hereditários.
- A Monarquia Visigótica de Hespanha provou que a eleição do Rei trazia a quebra dos bens nacionais.
- Escolher um chefe é liberalismo inconfessável, questiona o Integralismo.
- O Integralismo, ao partir da escolha da autoridade suprema, é a desordem concebida.
- O Chefe não pode ser eleito, pois não justificará a superioridade sobre a sociedade.
- O integralismo é democrático e fundamenta-se em princípios egoístas, burgueses, liberais e anárquicos.
- Integralismo Rei: A cabeça mutável gera escisões, como a experiência republicana prova.
- A Monarquia, pela lei histórico-natural, justifica e mantém a Nação querida.
- O direito à coroa é nacional, indispensável e indiscutível.
- A democracia iguala a todos, e a perfeita democracia é a anarquia.
- O Integralismo Rei é uma concepção abstrata e irreal da humanidade, negando a maldade e o egoísmo.
- O Integralismo é voluntariamente dissociador e anárquico.