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Correio do Ceará
Dezembro de 1943, página 72 · 5 trechos transcritos
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Anúncios, notas e expediente
- Nota social P. Teléco Amargura tinha um defeito. Onde há defeito, há qualidade. Gente. E tinha até fama o homem querido, há dúvida. Mas, topem ou não topem os 'crackas', eu gosto mais do Amargoso, filho. É mais positivo, mais 'batatal'. — E tem mais 'hit' o velho. P. Teléco, velho já andava pancada, mas perdoe a sua alma, deixo passar. — Figueiredo? A alma do Amargura andava perseguindo... — Perseguindo sonho. E não gosto de sonhar com defunto. — Ficou devendo aposta, Amargura? — Não senhor. Ao contrário. Amargura ficou devendo. Não pagou a última aposta que fixemos e ganhei. — E onde está penando com a tal dívida? — Perdoei, P. Teléco. Um dia bateu trinta e dois, risquei o calote. E mandei coroa, fiz o 'quarto', fui ao enterro, discursei à beira da cova...