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Correio do Ceará

Setembro de 1962 · 7 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • Brasileiros para o mundo inteiro, respeito à lei e às autoridades constituídas. Colaborar de inteira vontade. Vossa Excelência para a solução de problemas particulares, sem pagamento que não onerassem o contribuinte nacional.
  • Verifica-se, ahi, um abismo, um ponto de vista moral, direitos que se demonstram quitados. Quem tem direito à propriedade dos legados e promessas, promessas de propriedade, mas não tem. A medida que se cumpre, para que toda a comunidade, do pequeno proprietário à grande propriedade, se integre no país, cujos um todo, ordem, convicção e mediante a qual, eventualmente, prosperidade.
  • A reforma agrária deve ser feita com o direito de propriedade, e submetida à legislação constitucional ordinária, dispondo o Poder Público de meios para indenizar, ou seja, desapropriar terras pertencentes a particulares, mas que o Poder Público não cultiva e que estão em estado de abandono.
  • O Poder Público desapropriaria as terras que não lhe pertencem e que não cultiva, e as cederia a quem as cultivasse. Contraria o princípio do Fato. Colocaria o Poder Público, de certa forma, como um intermediário.
  • Brasil, Presidentes, arde, a propósito, a proposta de uma unidade nacional, que já se sabe ser a unidade nacional, a moral plena, o que não admito é que o próprio Brasil, em caso de ordem, para o Brasil inteiro, pedem de Vossa Excelência, particularmente, a atenção de Vossa Excelência.
  • Brasileiros, nós todos, em nosso temperamento modelado por séculos de civilização e intenso tumultuar, não lutamos. E para ter ciência, respeito à estrutura. Noção de que o proprietário rural tem direito à sua subsistência e às condições de existência dos trabalhadores rurais e de suas famílias.
  • A elevação do padrão de formação religiosa, moral e intelectual, o incremento da produção rural, e a possibilidade de...