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Correio do Ceará

Julho de 1971 · 15 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • ÊLES DISSERAM: Castro Alves — momento Brasil (Gilberto Amado)
  • Não foi homem, foi urro Convulso Natureza (Agriplno Grieco)
  • O acontecimento literatura brasileira (Nelson Wornock Sodrá)
  • A luz das janelas bate em cheio. É noite. Mortal. É tarde... É anseio... É noite!... E dizes - noite. Dizes adeus beijos... não me digas descobrindo o peito, - Mar, amor, vagam desejos.
  • ODE A JULHO (Recitado no Teatro S. Paulo)
  • Era de Julho. A pátria imensa / Tivera-se nos cerros da Bahia...
  • O mundo perguntava, erguendo um grito: / 'Gigantes mortos, onde rolará?'
  • Era porvir contra o passado, / A liberdade contra a escravidão.
  • A luta recrescia indómita.. / Bandeiras, águias eriçadas...
  • E a glória desgrenhada acalentava / O cadáver sangrento dos heróis...
  • Surgiu no espaço, e brilha, a forasteira / Verde leque das gentis primeiras / Foram cantar hinos de arrebol.
  • Eras, ó liberdade peregrina! / Esposa do porvir, noiva do sol!
  • Eras, dedos ensopados em sangue / Dos avós mortos na guerra.
  • Irônica, acompanhando o conceito popular lôbrego, nos 'Luzes' de 'Marte', 'A Cachoeira de Paulo Afonso'
  • O poeta, em seus versos 'A Cachoeira de Paulo Afonso', recorda uma cena infausta.