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Correio do Ceará

Dezembro de 1972 · 31 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • FUTEBOL ESTÁ DOENTE
  • O futebol mundial morreu, que descanse em paz
  • Para muitos aflitos, o epitáfio já está escrito: "Futebol morreu"
  • O problema financeiro marcou o esporte mais praticado e mais apreciado no mundo
  • Os entusiastas mais fervorosos e os positivistas estão completamente enganados se acham que o futebol irá superar as dificuldades atuais
  • A ciência do jogo está estacionada, aproximadamente 100 países inscritas
  • O futebol, realmente, é um negócio atraente em alguns países
  • Itália, França, Grécia, Argentina e Alemanha Ocidental: o futebol encontra-se em fase de expansão
  • Em outras regiões, o esporte está perdendo impacto
  • O problema é dinheiro
  • O futebol, nascido há mais de 100 anos, sofrerá mudanças drásticas
  • Presidente da FIFA prevê mudanças no alcance dos clubes
  • O futebol está se desenvolvendo nos Estados Unidos, África e Ásia
  • Públicos reduzidos e a falta de gols estão levando muitos clubes ao declínio
  • A falência do Santos, time do Rei Pelé, passa por dificuldades
  • A Seleção Brasileira, invicta há 3 jogos, é suprema
  • Botafogo do Rio de Janeiro não consegue atrair mil espectadores
  • Rígidos sistemas defensivos resultam em poucos gols
  • Vitória participou do Campeonato Nacional e marcou 13 gols em 29 jogos
  • Ministro dos Esportes adverte que grandes estádios podem se transformar em "canchas vazias"
  • Pesquisas indicam decaimento no comparecimento aos estádios
  • Motivos principais: violência e jogo defensivo
  • Recomendação: proibir a entrada de menores de 18 anos nos estádios
  • O problema do jogo defensivo surgiu com a preocupação dos clubes em aperfeiçoar os melhores jogadores
  • Temporada 1971/72: 9 clubes marcaram 9.500 gols
  • Onerosas transferências de jogadores provocam manchetes
  • Argentina deverá ser a sede da Copa do Mundo de 1978
  • 18 clubes de divisão na Argentina encontram dificuldades financeiras
  • O interesse pelo futebol aumentou nos últimos dois anos
  • Clubes profissionais devem viver de seu orçamento
  • Jogadores começam a exigir benefícios sociais e aposentadoria