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Correio do Ceará
Dezembro de 1973 · 20 trechos transcritos
Manchetes desta página
- PECÚARISTA: PROBLEMA É FALTA DIÁLOGO
- Médici já está afastado e orienta a cúpula; delegou poderes ditatoriais ao ministro Delfim Netto
- Sald Silva Neto aponta repercussões políticas da crise que superarão aspectos econômicos, provocando o enfraquecimento da revolução e do sistema dirigente do país
- A atual política da carne é o primeiro fato lamentável em que pecou a revolução
- O problema precisa ser encarado de frente e com urgência, sob o desgosto da revolução ante o povo e os maiores dirigentes imagináveis
- O desgaste poderá, sim, levar o governo a começar a confiscar gado
- Os pecuaristas esperam que o governo siga a resolver o impasse criado pela SUHAB, tendo o ministro Delfim Netto
- DESAFIO: O pecuarista diz que o sistema não permitirá que a situação atinja ponto insustentável, de forma a impedir a retirada gloriosa
- Medidas coercitivas adotadas pelo ministro da Fazenda, Delfim Netto, trazem por si contradições e não contam com a solução do problema da carne
- É profundamente lamentável que a política econômica do governo neste setor seja ditada por interesses uneditaterais, sem previsão de planejamento para o futuro
- É lamentável que um setor tão importante para a nossa economia, e que tem reflexos políticos e sociais, esteja sendo manuseado por pessoas sem aptidão para conduzir
- Memorial denuncia a forma inegual como foram fundamentadas as últimas portarias do Ministério da Fazenda e o tabelamento da SUHAB
- Brasília: Ministério da Fazenda anuncia que não será prorrogado o prazo de cadastramento de rebanhos
- Garantia dos produtores: não vão entregar gado. O governo poderá confiscar, terá a força, o contrário não fará
- O abate terá frigoríficos oficiais, que precisarão ser montados pelo governo, pois os particulares não se exporão ao prejuízo
- Secretário do Sindicato Rural de Maringá, Ciro Ludgero Silva, acredita que os 'ortadores' vão levar o governo a uma conversa em 10 ou 20 dias
- MEMORIAL: Sindicato Rural de Umuarama e a Sociedade Rural Oeste do Paraná encaminharam memorial ao presidente da República
- Senador Ney Braga (PR) classificou o documento como 'um grito de desespero dos pecuaristas'
- Em Curitiba, pecuarista Rivadávia Menan resumiu a posição dos produtores paranaenses: 'Nós, pecuaristas, não acreditamos que portarias e decretos façam fartura'
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- Nota social Nota Social: Marlene