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Correio do Ceará
Novembro de 1979, página 525 · 15 trechos transcritos
Manchetes desta página
- Gil Macieira, presidente da CEF, garante que o banco já entra em 1980 com agilização e promete salto de 40 mil imóveis financiados para 250 mil
- Para obter o salto, Macieira promete utilizar agressividade, corrente com a posição da CEF como principal agente do Sistema Financeiro Habitacional (SFH)
- Primeiras iniciativas da atual diretoria visam a valorização dos gerentes e agentes, considerados a vitrine da CEF
- A CEF começa a trabalhar para convencer a população também atingida pela agilização e desburocratização da CEF
- Tempo médio de tramitação de processos caiu de 90 para 15 dias
- No próximo ano, o FAS já terá desenvolvimento normal e o Congresso Nacional vai aprovar a modalidade de loteria
- A CEF cumpre seu papel de banco social
- A assistência às micro, pequenas e médias empresas ganha importância social, pois elas geram empregos
- A CEF é um banco social pela gama de operações que oferece
- A CEF decidiu atuar nas linhas habitacionais e operar recursos do BNH
- A diferença entre o projeto habitacional e a cidade é que a casa tem telhado, janelas e terreno
- Macieira soma pontos nos meios civis e militares do Planalto até o episódio da queda de Carlos Brandão da presidência do Banco Central
- O presidente da CEF, aliado de Sitchbieter, teve participação ativa no ataque contra Brandão e no anteprojeto de reforma do BNH
- Macieira foi decisivo na tentativa de concretizar a medida que impediria a instituição de manter linhas de crédito com juros sociais
Anúncios, notas e expediente
- Nota social Perfil: Estilo semelhante a João Embom, amigo do Ministro da Fazenda, Mário Sitchbieter