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O Nordeste
Março de 1923 · 17 trechos transcritos
Manchetes desta página
- A questão do algodão A manutenção de campos de sementeiras no interior do Estado É essa uma das medidas de mais urgente aplicação no problema da valorização do nosso algodão. A missão Pearse defendeu-a quanto pôde, chegando à conclusão de que não merecia o nome de agrônomo, aquele que, dirigindo um campo de sementeira, apresentasse déficits ao governo. Nesse particular, precisamos convir que não faltem a esse agrônomo os meios necessários à organização do serviço, uma vez que os trabalhos agrícolas são todos feitos em épocas certas do ano, e não podem ficar na dependência de soluções burocráticas do péssimo mecanismo público, que quando tem verba falta dinheiro ou quando tem dinheiro não há verba. Ademais, os pagamentos dos serviços públicos são feitos geralmente por meio de folhas, que sofrem demorada peregrinação pelas repartições competentes; e todo o salário agrícola deve ser pago sem nenhuma demora, só e quando se consegue o melhor núcleo de trabalhadores, base essencial do sucesso da empresa. Por essas e outras particularidades, fizemos notar, em escrito anterior, que a Diretoria de Agricultura não pode ter existência proveitosa nos moldes severamente burocráticos das outras repartições públicas. Considerando, pois, que o serviço não sofra soluções de continuidade por falta de meios para sua manutenção, passemos a estudar, como melhor compreendemos, a existência dos campos de Sementeira do Estado. Antes, porém, seja-nos lícito discordar da opinião da missão Pearse, no tocante à generalização das sementes de fibra média, de que aquela missão fez larga propaganda, sob o fundamento quase ingênuo de que não nos devemos especializar em fibra longa, pois sua procura universal é muito inferior à de fibras médias. Será que todo o Ceará, produzindo fibra longa, venha a abalar o consumo mundial? Se o Ceará não procurar desenvolver tal cultura, serão outros Estados do Sul, por exemplo, que não têm terras próprias, que deverão fazê-lo? A missão Pearse diz que se deve plantar o algodão de fibra média, ou seja o verdão, no centro do Estado, no baixo Jaguaribe e na zona de Sobral, o que vem a ser quase o Estado inteiro; e só aconselhou a fibra longa, no caso o mocó, nas zonas reduzidas de Icó e Lavras, que pareciam à missão iguais às do Seridó, sua terra de origem e principal habitat. Diz ainda a missão Pearse, pelo órgão de seu chefe, o sr. Arno Pearse, na conferência que deu na Associação Comercial, como síntese de suas observações, «que o mocó dá, às vezes, fibras mais longas que o verdão», cuja extensão média é de 28 a 35 milímetros. No entanto, não lhe era estranho que o dr. Thomás Pompeu Sobrinho verificara em Quixadá, várias vezes, fibras de mocó com 52 milímetros, sem a mínima perda de resistência. Isso é um fato digno do melhor estudo e observação, pois que, sendo os terrenos do Seridó francamente aluviais, de rochas decompostas e argila compacta, exatamente da mesma natureza que a maioria das terras de nossos sertões, de clima igual, e, por conseguinte, idênticas às do Icó e Lavras por ele citadas, julgamos de acerto que se generalize a cultura do mocó, cuja diferença de preço em relação a qualquer outra qualidade, mesmo nos mercados inapreciados do País, tem sido de 10%. Ninguém conseguirá convencer os plantadores do Seridó de que devem mudar de qualidade, uma vez que eles conhecem praticamente a vantagem do plantio do [ilegível], vendendo-o para Mossoró, Paraíba e Recife, que o reimprensam separado, pagando-lhes mais dez por cento do que por qualquer outra qualidade. Por que não fazemos a mesma coisa, se temos terras iguais? Os interesses comerciais da missão Pearse, que representa os fusos ingleses de Manchester, são francamente para os algodões médios de 30 milímetros no máximo, não lhe interessando fibras mais longas que não têm consumo em seus teares. Devemos, por isso, satisfazer seus intentos? O melhor algodão do Brasil, o mais procurado, o mais estimado no preço, é incontestavelmente o de Seridó, que é produzido pela semente mocó, que ali conseguiu impor-se, livrando-se de cruzamentos infelizes, graças a um conjunto casual de circunstâncias, dominado hoje pela experiência do matuto que ninguém conseguirá demover. Se o mocó é o mais disputado e valorizado algodão pátrio, e quiçá do mundo inteiro, e temos terras próprias para seu cultivo em todo o sertão cearense, devemos circunscrevê-lo apenas às zonas de Icó e Lavras? Por quê? Naturalmente, não teríamos proveito do plantio do mocó em terrenos impróprios, como os do litoral e aluviais, mas devemos cultivá-lo onde quer que ele se desenvolva com vantagem, porque o resultado é muito mais compensador. Para isso, precisamos que o primeiro a ser convencido seja o agricultor, e, nesse sentido, um prêmio deverá ser criado ao maior plantador de mocó no Estado. Da distribuição de sementes pelos campos de sementeira do interior do Estado, depende o nosso futuro algodoeiro. É preciso vencer a rotina com métodos inteligentes e expedientes práticos. Não basta distribuir a semente; faz-se mister fiscalizar o plantio e fazer verdadeira assistência ao agricultor analfabeto do interior. Este é geralmente inteligente, assimilando tudo pelo exemplo, que imita facilmente. É inútil a lição teórica, o conselho ou a recomendação; só o exemplo em face dos [ilegível] colhidos os demove da ignorância em que jazem. Em Baturité, muito antes desta campanha algodoeira sugerida agora pela missão Pearse, já o ex-senador João Cordeiro trabalhava patrioticamente pela valorização de nosso algodão, na sua fábrica de beneficiamento, separando as sementes para distribuir com sua freguesia. Com um trabalho de abnegado, ele mesmo pessoalmente leva horas inteiras naquele serviço, fazendo, ao entregar aos plantadores, severas recomendações da separação do plantio, compensada por ele no aumento do preço do produto colhido, etc. [ilegível] Pois bem: logo ao sair da porta, antes de chegarem em casa e iniciar o plantio, cuja separação nada lhes custaria, os matutos misturam tudo e ainda dizem sorrindo aos [ilegível]: Este coronel João Cordeiro só sendo casado com filha do governo... Como se vê, é serviço importante, o de vencer a rotina [ilegível] em todo o interior do Estado. É trabalho que precisa ser muito estudado, e só por meios inteligentes lograr-se-ão proveitos. Passemos agora a estudar detalhadamente a organização, propriamente dita, dos campos de sementeiras a serem criados e mantidos pelo governo.
- Corre, hoje, a data do aniversário natalício do Exmo. e Revmo. Sr. Dom Manuel, amado e benemérito Arcebispo de Fortaleza. Lida e memorável [ilegível] festiva para todos os [ilegível] católicos que honram a pessoa de seu Arcebispo Pastor, o legítimo representante de Jesus Cristo, continuador da missão dos apóstolos no meio do graúdo rebanho de fiéis desta Arquidiocese. Bem sabemos que a S. Exa. Revma. fará de muito maior agrado deixar que passasse em silêncio o dia de hoje. Dom Manuel, cuja vida verdadeiramente interior, tem fornecido ao seu espírito perfeita experiência da [ilegível] nulidade dos louvores humanos, absolutamente não se preocupa com o julgamento encomiástico dos seus atos. Foi o [ilegível], sem outro intuito que satisfazer os ditames da sua consciência. Estimam elogios os que se entregam à conquista das frívolas posições terrenas, sem se lembrarem que neste mundo trilhamos os caminhos da eternidade. É dever, todavia, dos católicos demonstrar a sua obediência filial e afeto respeitoso àquela a quem Deus confiou a autoridade do sagrado múnus da direção dos negócios espirituais da nossa terra. Cumprimos, pois, o dever de interpretar os testemunhos de reverência e gratidão dos nossos patrícios para com o eminente Chefe da Igreja Cearense, apresentando ao ilustre Prelado, no dia de hoje, cordiais parabéns, acompanhados de sinceros votos de felicidade. Deus prolongue por muitos anos a vida preciosa do nosso eminente Antístite, a quem deve nossa terra uma soma imensa de benefícios, no campo fecundo da ação católico-social. «O NORDESTE», jornal, que se ufana de pautar a sua orientação pelas normas inflexíveis da boa imprensa, envia ao Exmo. Sr. Dom Manuel os protestos de sua mais alta estima e respeitosa submissão. Hoje, pela manhã, na igreja da Prainha, o Revmo. padre Guilherme Werner, Reitor do Seminário Arquidiocesano, celebrou uma Missa em ação de graças pelo segundo aniversário natalício do Exmo. Sr. Arcebispo Metropolitano, por iniciativa do Círculo de Operários e Trabalhadores Católicos S. José. Houve, nesta ocasião, grande número de comunhões. À noite, às 19 horas, realizar-se-á uma reunião solene no salão nobre do «Círculo S. José», em honra do Exmo. Sr. Dom Manuel. Haverá um discurso de saudação ao digníssimo Pastor da Igreja Cearense. Seguir-se-á atraente festival em homenagem a S. Exa.
- O «Diário» voltou, hoje, às suas irritantes arguições contra esta folha, que ele enxerga cheia de intolerância e má vontade ao governo. O que o «Diário» devia fazer era contestar as acusações que levantamos aos responsáveis por serviços públicos. Mas, enquanto estas ficam absolutamente de pé, comprovadas pelo seu silêncio, os confrades escapam pela vereda, já muito batida, da nossa oposição, clara ou velada, ao governo.
Anúncios, notas e expediente
- Anúncio Agosto de 1923. Nunes Ferreira, 3. Minha [ilegível] e [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] grande e criança [ilegível] [ilegível] meu filho [ilegível] [ilegível] [ilegível] todo o sacrifício, muito atacado. Com um vidro do VERMIFOGO, ele [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível]. Do amigo grato, [ilegível]. Infallível. E suas rogarias do [ilegível]. Março, 149. Espanhol, italiano. Falsificações, Rios.
- Expediente Sr. Coelho & Cia. Araújo e Andrade Furtado & João Martins Rodrigues. Administração: A. Ildefonso de Araújo. Ano I Número 213 Fortaleza — Quarta-feira, 14 de Março de 1923.
- Telegrama Na morte. A natureza [ilegível] da [ilegível] da outra. [ilegível] te atravessares essa passagem [ilegível], que os conduz à região da sem mescla, então é que entramos [ilegível] o começo do seu reino, o [ilegível] muitos sobre os vivos.
- Telegrama Ruy Barboza
- Anúncio A gente que [ilegível] LUZIA 35 oftalmia, [ilegível] córnea e vermelhos.
- Anúncio RADA GERAL: [ilegível] BRASIL [ilegível] 310. [ilegível] & Cia.
- Telegrama [ilegível] capaz de [ilegível] não se [ilegível] os recebidos de [ilegível] a publicação de [ilegível] [ilegível] [ilegível] por todos.
- Telegrama [ilegível] portador, [ilegível] pessoa que me pede, do seu [ilegível] me mostra ter, pelo gosto de [ilegível] reconhecida.
- Anúncio Todo por J. [ilegível] depositados: do Rio [ilegível], 4. [ilegível] 5s. [ilegível]. Laranjeiras. [ilegível] Santos, [ilegível] MAR. Mocó (71) [ilegível] emprego fácil. [ilegível] Praça José [ilegível], 25/3.
- Anúncio NATAL DO CRISTÃO. [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível].
- Telegrama Um cupom de bonde vale um real. Guarde-o para os pobres de S. Vicente de Paulo.
- Nota social Círculo Católico A diretoria do Círculo Católico de Fortaleza fará, amanhã, no prédio vizinho, às 19 horas, a sua costumada reunião mensal.
- Telegrama Juntai cupons para os das Conferências de S. Vicente de Paulo.
- Nota social Encerro, muito a contragosto, e com a presente carta, a série de consultas que sobre língua geral desejava endereçar a V. Exa. Induz-me a isso o fato de haver concluído de sua última resposta não visar o ilustre patrício esclarecer dúvidas porventura suscitadas pelos seus artigos, e sim procurar confundir aos que se lhe afiguram adversários importunos. Assim, V. Exa. cita opiniões e pareceres sem que o texto da obra mencionada muitas vezes o confirme... E isso não raro com detrimento do autor apontado, como sucedeu em relação ao dr. Paulino Nogueira, a quem V. Exa. emprestou conceito que não emitiu. «É esta a forma correta, escreveu meu erudito consultante, por que me baseio, e que, conforme posso até demonstrar, não significa absolutamente — Terra dos Papagaios, como desastradamente pretendeu convencer o sr. Paulino Nogueira». E, todavia, V. Exa. sabe perfeitamente que Paulino Nogueira nunca pretendeu tal. V. Exa. atribui ao Bispo do Amazonas a frase Xa fã mirá nhirubirumo, mas se esquece de prová-lo. D. Frederico Costa nunca escreveu ser nhindí variante da landi, indi, andi; nas páginas 159 e 160 de sua obra (edição de 1909), indicadas por V. Exa. em seu artigo, ninguém poderá descobri-lo. Couto de Magalhães em «O Selvagem» não faz, que eu saiba, estudo especial sobre os Tupinambás. Li «Com mais atenção» ainda, como bondosamente aconselha V. Exa., mas não encontrei a palavra Talánhlndê. Olha, V. Exa. pouco mais de noventa linhas de seu erudito artigo para demonstrar que «[ilegível] não é errado» e que significa malta, bosque, etc. Aponta o Vocabulário Nheengatu, os «Estudos Americanos», o livro «Língua geral dos Brasis», derrama enfim torrentes de [ilegível] visando, um pouco manhosa, fazer o público acreditar que eu tenha dúvida no tocante à existência do vocábulo caó, ou que o repila. Despendeu tanta erudição em tão árdua e inútil tarefa, quando, ao invés, podia aplicá-la a demonstrar que «[ilegível] não é um idioma e sim o nome que tomaram os primitivos tupis que chegaram em terra do Brasil», exibindo, todavia, como diz V. Exa., um dialeto [ilegível]; ou ainda em provar que «Tabajaras ou Tabelaras nunca significou uma casta ou família de índios». Peço vênia a V. Exa. para dizer que nunca pretendi, nem pretendo, explicar a etimologia da palavra Quixeramobim, nem tampouco mostrei simpatia por esta ou aquela opinião. Talvez não me fizesse bem compreender, e eis por que V. Exa. desvirtuou minhas palavras. Foi incidentalmente que apontei trechos da interpretação proposta por I. Brígido e contestada pelo dr. Thomaz Pompeu Sobrinho. «Dever-se-ia ler [ilegível], diz I. Brígido, [ilegível], isto é, rio baço, turvo, pardacento.» [ilegível] quer dizer — rio, no Suarany (Montoya) [ilegível] quer dizer no Tupi — baço, pardacento, etc. (Martius, fr. Francisco de N. S. dos Prazeres. O. Dias, etc.) Que V. Exa. não admita significar [ilegível] rio, e [ilegível] turvo, pouco [ilegível] me dá, é uma questão de convicção pessoal. Contrate V. Exa. a Montoya, a Martius, a C. L. Dias, e não a mim. Nunca tentei sequer estudar a origem da palavra Quixeramobim. Se pretendesse fazê-lo, começaria por comentar as opiniões dos diversos autores; em seguida, procuraria pesquisar [ilegível] no intuito de descobrir a razão de ser do nome; inquiriria sobre as condições topográficas e climáticas da região; [ilegível] depois decompor o vocábulo [ilegível] (Quixeramobim, sendo a forma primitiva, [ilegível] por Andrade Bezerra) e chegaria, talvez, lembrando-me que a serra de Quixeramobim foi outrora coberta de vegetação luxuriante, à seguinte conclusão: Não teria sido o vocábulo obi ou [ilegível] - VERDE (Sampaio) primitivamente tomado no sentido de bosque ou mata? Quixeré-m-obí seria então bosque ou mata dos Quixerés — considerando o [ilegível] eufônico ou então Quixeramobim, [ilegível] significando, segundo Montoya, montão (acumulação desordenada, conjunto de coisas empilhadas, acervo — C. Figueiredo) e eu diria Quixeramobim — [ilegível] ou ainda Quixeramobim — oh! meus montes verdes — interpretações algo livres e românticas, mas [ilegível] bem qualquer outra. Era mais ou menos assim que eu faria, se me julgasse competente, para que todos pudessem seguir ou criticar meu [ilegível], mas não diria nunca do alto do meu saber: «Para nós Quixeramobim é a corruptela de Quixeramoquim, etc.» Não acha o prezado [ilegível] que o simples fato de alguém ter vivido entre os Canumã, Apurinã e sobretudo Azarás não dão direito de escrever sobre problemas de filologia Tupi-Guarani? Não pensa, como eu, que tal fato poderia, quando muito, permitir compor cartas no dialeto dessas tribos?... E que é melhor para se ser tupinólogo entrar em «altas» investigações científicas que tirem o estudioso desse terrível labirinto ou labirinto, que é a linguística americana? A propósito da palavra iguaçus, cumpre-me informar a V. Exa. que li com a máxima atenção o seu livro «O Índio do Brasil», não só até a página 253 mas até a página 270, e por sinal notei que V. Exa. adota muito ao pé da letra certas ideias de escritores em [ilegível]. Se começar de fr. Vicente do Salvador, muito conhecido de nós ambos. Continuo não obstante a sustentar as enunciadas em minha última carta. [ilegível] B. Caetano, Lacerda (Nogueira), L. Alencar, Couto Magalhães, Theodoro Sampaio, Varnhagen e outras empregam Iguaçaba; apenas D. Frederico Cotta, que [ilegível] uma língua [ilegível], e Bartolomeu Rodrigues escrevem Iguaçaba; eu estaria no direito de afirmar ser a grafia Iguaçaba a correta, mas vou além, lembrando-me que Anchieta e Goeldi ensinam que a terminação tanto pode ser [ilegível] como ubá, coda ou óteo. De que V. Exa. se [ilegível] a menor dúvida, pois emprega a cada passo a terminação [ilegível] quando devia escrever, de acordo com o que proclama, as [ilegível] que servem para formar nomes de coisas [ilegível] com [ilegível] [ilegível]. A prova [ilegível] que nada ouso afirmar [ilegível] hoje... Para terminar, [ilegível] picos de seu artigo que [ilegível] [ilegível] [ilegível], quer pela linguagem, quer pela [ilegível]. 1º — [ilegível] em [ilegível] V. Exa. em [ilegível] [ilegível] ao qual nada tenho a [ilegível] por achá-lo razoável, o [ilegível] não [ilegível], todavia [ilegível] ao 2º — [ilegível] a palavra [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] dadas um [ilegível].