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O Nordeste

Abril de 1923 · 12 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • A educação popular Publicamos, linhas abaixo, o brilhante discurso proferido na inauguração do 'Grupo Modelo de Baturité' pelo Dr. Abner de Vasconcelos, íntegro juiz de Direito daquela comarca: 'Exmos. Srs. representantes dos altos poderes públicos do Estado. Exmas. Senhoras e meus Senhores. A cidade de Baturité, pelo conjunto das suas classes representativas, ufana-se com a presença do mundo oficial do Estado, na festa de inauguração do seu Grupo Escolar. Esta solenidade, em sua feição característica, é o reflexo seguro de uma ideia grandiosa que, com bases sólidas, está sendo posta em prática no Ceará. A sistematização do ensino público é hoje, de sul a norte do país, o objeto da mais alta cogitação administrativa. Não há governo digno deste nome que não volte suas vistas para este problema de suma importância. É que estadistas e pedagogos estão certos de que iluminar as trevas da ignorância e dilatar as raias da inteligência com os esplendores do saber, é aumentar as forças da capacidade nacional e esperar que, de futuro, frutifique no resultado positivo dos benefícios, a seara de ouro, que os obreiros da nação preparam para o progresso da Era, para a grandeza e opulência da república. É preciso que, ao lado do desenvolvimento dos nossos valores econômicos, pelo início da utilização, em mais elevada escala, das nossas extraordinárias riquezas naturais, corresponda um surto de vida nova nos domínios da capacidade intelectual, como forças que se conjugam para a obtenção do mesmo fim, que é o bem da Pátria na prosperidade dos seus filhos, trilho administrativo dos governos. Nenhuma campanha é mais patriótica nem mais útil do que essa que se empreende agora sob os auspícios de elementos múltiplos que se congregam para a realização eficiente da cultura do espírito, cultura que representa, no dizer de Mann, o verdadeiro capital de um povo. São Paulo, o grande Estado que envaidece a nação, foi o primeiro que absorveu e admiravelmente assimilou os planos eficazes da educação popular, traçando, assim, nova orientação aos seus destinos invejáveis. Nem de outra fonte emana o prestígio incomparável que lhe deu a vanguarda entre as unidades da federação; nem de outra coisa se origina a sua portentosa atuação econômica, que deixa à distância, num confronto eloquente, uma cerrada fileira de vinte e oito nações. Nasce do saber o surto de grandeza que fez de São Paulo o símbolo mais expressivo da Pátria e da nossa civilização. Foi a ele que pedimos as luzes de que precisávamos, concretizadas no valor incontestável do nosso atual diretor da Instrução Pública. Minas e Santa Catarina caminham também a passos largos nessa estrada que a experiência já sagrou vitoriosa. Mas o problema é de tal magnitude que exige, para seu êxito, a colaboração de todas as forças sociais: da iniciativa privada, dos poderes públicos dos municípios, dos Estados e da União. Já dizia Savigny que as universidades da Idade Média nasceram da simultânea iniciativa dos papas, dos reis, dos mosteiros, das associações das cidades, dos professores e dos estudantes. Assim devemos fazer também para que se multipliquem as escolas, os grupos, os cursos superiores, floresça o ensino e prospere o país. O Ceará, folgo em dizê-lo, ocupa um termo médio na estatística dos Estados, relativa à instrução. Guarda mesmo superioridade a treze Estados, o que já é um prenúncio de futuro promissor. Agora, sobre os escombros bem visíveis de uma passada organização primária defeituosa, aparece alguma coisa, como uma arca de esperança a flutuar benfazeja. É a reforma que se distende com a amplitude do horizonte e penetra sertões adentro, injetando por toda parte, uma ação tonificante, cheia de seiva proveitosa para as instituições do ensino. Felizmente, a última etapa alcançada pelo progresso da pedagogia põe o problema da instrução nos seus verdadeiros limites, girando numa ampla esfera de desenvolvimento e de aperfeiçoamento. Instruir, no seu sentido próprio, significa educar, e educar é formar a inteligência pela aquisição dos conhecimentos humanos, à luz do raciocínio e da lógica; é formar o caráter sobre as bases seguras da moral, sobretudo cristã; é incutir no coração os sentimentos do dever e da honra, odiando o mal e amando o bem; é, enfim, despertar na alma os gestos do amor patriótico, completando o homem, em todos os seus aspectos, para o lar, para a Pátria e para Deus. Tal é a missão árdua e nobre do professorado — transformar, enriquecer e polir a criança de hoje para que, amanhã, surja na sociedade, aperfeiçoada e armada dos melhores requisitos que devem ornar o bom cidadão. Já se foi o tempo em que a profissão do magistério era considerada, erroneamente, apenas como um meio de subsistência, pouco importando os resultados práticos do ensino. Hoje é sobretudo obra de patriotismo e de abnegação, cumprindo, porém, ao Estado, premiar e compensar o esforço dos que se sacrificam pelo futuro da nação no trabalho exaustivo da educação popular. Ao lado do aprimoramento do ensino público, apenas destinado a servir a uma parcela das gerações, a essa que desabrocha no verdor dos primeiros anos, é preciso incentivar a inteligência de todos, ir em auxílio dos que, ajoelhados ao trabalho, se esquivam das necessidades do espírito. Para esse fim, ao meu ver, um dos meios práticos da instrução dos adultos, é, sem dúvida, a disseminação de bibliotecas pelos municípios, entregues aos poderes e autoridades locais, inclusive a eclesiástica, com um programa patriótico a ser observado graças à cooperação de todos os que para ele devem concorrer com as suas ideias e com os seus esforços. Com a iniciativa e a proteção do governo estadual, penso que esses centros de estudos se desenvolverão proficuamente. Com o auxílio econômico do Estado e dos municípios, dentro de poucos anos, ver-se-ão nas nossas cidades, pelo menos, nas mais importantes, florescendo esses desejins jardins do espírito onde, no seu silêncio, só o pensamento é o artífice que trabalha. Fica, assim, nestas palavras, levantada a ideia na presença de todos aqueles que, por sua representação social, podem torná-la uma realidade, notadamente o Exmo. Sr. Presidente do Estado, Dr. Justiniano de Serpa, aqui representado por seus ilustres secretários, e que no seu governo tão dedicado tem sido com as coisas da instrução pública. Está demonstrada a economia desta solenidade, o que bem prova que a vida não se reduz só às necessidades da matéria, mas sobretudo à vida moral que representa a conquista dos sentimentos pela pureza das ações humanas, e a visão da inteligência pelas grandezas do saber. A cidade de Baturité, participando, jubilosa, desse movimento regenerador, vê inaugurar-se mais um foco de instrução, por feliz coincidência, neste dia que comemora o feito mais brilhante que ilumina a nossa história. Ontem, foi o batismo da liberdade que espancou da letra mártir as trevas da escravidão; hoje, é um batismo dessa luz que levará o Ceará ao ápice da sua missão civilizadora, às fronteiras de seus gloriosos destinos!
  • Higiene dentária na tropa O governo do Estado acaba de nomear, com o posto de tenente, um cirurgião-dentista para a assistência dentária às praças do Regimento Militar do Ceará. Em um país como o nosso, tão atrasado em matéria de higiene dentária pública e em que o próprio Exército Nacional não dispõe de um quadro de profissionais odontologistas na medida das modernas necessidades de uma acurada vigilância bucal, esse ato do governo do Ceará representa uma providência altamente preciosa, por isso que servirá de incentivo às demais unidades da federação brasileira e, por seus resultados práticos, contribuirá, evidentemente, para que a administração que a criou, tenha a noção exata de sua indiscutível utilidade. Desgraçadamente para nós, brasileiros, apenas o Brasil, entre as principais nações do mundo, oferece essa triste perspectiva de completo abandono que a higiene sofre por parte dos poderes públicos. Temos o documento irrefragável dessa criminosa indiferença no fato de não ter sido o cirurgião alistado na campanha de saneamento que ora se exerce no país. De toda a parte surgem medidas administrativas em favor de tão humanitário fim, tanto nas coletividades militares como, igualmente, nas civis. No 'Boletim Oficial', de Madrid, de 28 de março de 1921, lia-se a criação, naquela capital, de cinco dentistas municipais para atenderem ao tratamento dentário da população pobre e para assistência à Casa de Socorro do distrito do Palácio Real. Esses profissionais trabalham seis horas por dia em extrações, obturações etc. Isto, aliás, não constitui iniciativa nova na Espanha, onde o decreto real de 14 de abril de 1910 criara os serviços dentários na marinha de guerra. Esse notável decreto determinou a criação de gabinetes dentários nos hospitais da marinha e sob a direção de médicos-majores, que cursassem a especialidade. Em tais gabinetes, fazem-se, apenas, extrações e obturações nos marinheiros, abrindo o governo o crédito anual de 6.619 pesetas para o custeio dos serviços. Tratando sempre com extremo carinho da saúde dentária de sua tropa, o governo espanhol baixou o decreto de 22 de dezembro de 1921, ampliando aqueles serviços de assistência dentária e regulando as condições de admissão dos odontologistas, que entram com o posto de major para a marinha de guerra. Em França, o senador M. S. Strauss, justamente quando ocupava o alto cargo de ministro da higiene, publicava, sob a sua assinatura, um artigo na 'Revue Philanthropique' de 15 de março de 1921, artigo que assim termina: 'L'hygiène dentaire publique intéresse profondément les administrations d'assistance comme les services de l'enseignement; elle est, sans hyperbole, d'intérêt national.' Nos Estados Unidos, o serviço de assistência dentária no Exército e na Marinha são completos. Para ter-se uma pálida ideia do que é ali o serviço dentário militar, basta citar-se o que publicou o número de junho de 1922 do 'Military Journal'. Conforme aquele órgão, o corpo dentário da reserva dos Estados Unidos compreendia, em 31 de dezembro de 1917, nada menos de 4.528 dentistas militares nomeados por cinco anos. No Brasil, na reforma efetuada pelo marechal Hermes da Fonseca, no Exército Nacional, foi criado um pequeno, um diminuto quadro de cirurgiões-dentistas, que entravam no posto de segundo-tenente. Esse quadro, longe de ampliar-se, como aconselhavam as necessidades do cuidado dentário da tropa, foi, ao contrário, inexplicavelmente extinto. Nas condições atuais, se tivéssemos a desventura de uma guerra, os nossos feridos dos maxilares e da face, entregues aos cuidados não especializados da cirurgia geral, abandonados das correções protéticas que assombraram o mundo na guerra europeia, ficariam, para nossa vergonha, ostentando, tristemente, na eloquência dos gilvazes, o espetáculo de uma nação em que o soldado se desdenta à falta de um paládio de ouro, do mesmo ouro que se deriva, em libras, para a economia dos dirigentes potentados.

Anúncios, notas e expediente

  • Expediente Abril de 1923. I Redação: Drs. Andrade Furtado e José Martins Rodrigues Administração: A. Ildefonso de Araújo ANO I Fortaleza—Quarta-feira, 11 de abril de 1923 NUM. 235
  • Anúncio Nunes Ferraz -Saudações, encontrado perto de anúncios de Irmãos Rios, que passava perto da estrada de ferro, comprei o; meus filhos, muito atacados, o encanto de nos e o bem que traz. Pode tua obra. cr. (Ab)
  • Anúncio Vermífugo purga infalível e inofensivo. Ganas do Brito, Março, 149 e 150. Não há falsificações, e curável. Carvalho é capaz de crer. Olo, em fim, os recebidos. Depende a publicação. Digno Juiz de Dr. [...] amados por todos. Primeiro portador, [...] que [...] do seu médico e me mostra ter, para o gosto de ver na reconhecida. Preparado por J. Anis. Depósitos: Rio Branco, [...] (3.a, 5s. e sal). ENTES Monteiro do Pará, o antídoto fabril. Aparição do leite, extraordinário. Farmácia. Agentes no Ceará.
  • Telegrama Os maus dão-se as mãos para fazer o mal; os bons não se deveriam aliar para fazer o bem? SYLVIO PELLICO
  • Anúncio de aço para a América. primeiros e machados 'Canizado'. e outras tintas, pesca e flores. E material elétrico para ladrões, para cadeiras, 1211, 33 e ferramentas para marceneiros e pintores. grossos, a tinta na mão, 155. E as oftalmias da córnea e vermelhos, estrada! SERAU F. BRAZIL. VITÓRIA 310. Carlos & Cia.
  • Telegrama Soneto de Júlio Maciel Coração, Caráter e Talento À memória do Dr. Ataíde Osmar Recordei-te, e senti minha alma presa Do problema fatal que me tortura... Não, não podem conter tanta grandeza Os sete palmos de uma sepultura. Foi tua vida esplêndida surpresa. Privar contigo, salutar ventura; Que eu nem sei como pôde a Natureza Dar tantos dotes a uma só criatura. Em torno do teu último repouso, Hão de formar eterno monumento A saudade do Pai e o amor do Esposo. Alunos teus — uníssono lamento — Hão de chorar-te o Coração bondoso, O teu Caráter, Mestre, e o teu Talento.
  • Nota social À Rua Ruy Barbosa [...] não há solidariedade jornalística como não a há em nenhuma outra classe, com esta ou aquela exceção. Falta-nos esse espírito de coletividade e o sentimento de que a união é que faz a força, que, em toda parte, é o grande propulsor do progresso e desenvolvimento sociais. É o que se verifica em toda associação que se funda e que, mal nasce, logo está fadada a não passar de uma idealização que se não atinge. Aí estão, por exemplo, a Associação de Imprensa e a Academia Cearense de Letras. Que fizeram já, no terreno das realidades, essas duas agremiações, surgidas sob expectativas tão simpáticas de progresso e de estímulo? Até agora, sabe-se bem apenas, e muita gente já o terá esquecido, que se fundaram, entre nós, duas associações desse gênero... Nenhum passo, nenhuma iniciativa, nenhuma realização, enfim. Há poucos dias, a Associação da Imprensa andou ensaiando uma reunião para resolver sobre as homenagens que a mesma prestaria ao grande Ruy. E sabem os jornalistas da terra o fracasso que foi essa iniciativa. Já não queremos discutir o espírito de solidariedade nas associações, mas era de exigir que existisse, ao menos, nas classes. Não há tal, porém. Haja vista a Imprensa. Postas de lado as naturais divergências que uma vez ou outra se azedam, na imprensa não há nenhuma solidariedade. Só 'O Nordeste' e a 'Tribuna', para fazer justiça, têm quebrado, às vezes, esta norma. Se um órgão trata de um assunto e abre uma campanha, os outros não o querem secundar, não o ajudam com o fútil escrúpulo de não defenderem ideias alheias... Está aí por que a imprensa perde, entre nós, quase toda a força que, em qualquer outra parte, é o segredo dos seus triunfos extraordinários. Todas essas considerações vêm, portanto, a propósito da ideia sugerida por este jornal, de se dar a denominação de Ruy Barbosa a uma das ruas desta capital. Mais de uma vez tratamos do assunto, infelizmente sem nenhum eco entre os poderes públicos. Pois bem, nenhum colega local teve por acertado secundar o nosso apelo à prefeitura, solicitando dela essa homenagem tão justa e tão digna ao grande brasileiro, homenagem que, em todo o Brasil, se está tornando realidade. As capitais que ainda não põem o nome de Ruy, estão tratando de fazê-lo. Ainda agora, é o que se dá com Belo Horizonte, cujo prefeito acaba de enviar uma mensagem ao conselho municipal nesse sentido. Em Fortaleza, no entanto, chegaram as exéquias e passarão, sem que o prefeito tome qualquer iniciativa a respeito. E a prefeitura poderia provisoriamente mudar, por exemplo, o nome da rua da Palma, denominação de mero caráter local que nada se perderia em que fosse alterada. Nós ainda esperamos que assim se faça, apesar da desajuda dos confrades, retraídos porque tivemos a iniciativa da ideia, e embora seja bem certo que uma andorinha só não faz verão...
  • Telegrama Diretoria da Instrução A Diretoria da Instrução recebeu, ontem, o seguinte telegrama: UNIÃO, 9 de abril de 1923. 'Combinação do Dr. Juiz Municipal e os cidadãos de maior responsabilidade, será fundada nesta cidade Escola Noturna, denominada Lourenço Filho, sob direção de distintas senhoritas dispostas a introduzir método moderno de ensino prático na aludida escola paroquial. Fineza responder se é possível V. Exa. enviar professora comissionada um mês para instrução do corpo docente, tendo à disposição transporte automóvel que estará até aqui. Obséquio arranjar algum material para primeiros estudos, ficando a meu cargo a aquisição de outros conforme instrução dessa Repartição. Impossível Grupo Escolar aqui; recorri a associações religiosas, comércio, em benefício dos pobres. Depois de confeccionados os quadros negros, bancos, carteiras, mesas e recebido o material de ensino, será inaugurada a Escola Lourenço Filho no começo do mês de junho. Saudações. — Padre Nelson Farias, vigário de União.' A esse telegrama o professor Lourenço Filho, diretor geral da Instrução, respondeu da seguinte forma: 'Reverendíssimo Padre Nelson Teixeira, União: A Diretoria de Instrução prontifica-se a auxiliar em tudo quanto possa a iniciativa da Escola Noturna paroquial, sob condição, porém, de não ter a denominação que propondes, só ditada pela magnanimidade e delicadeza dos promotores de tão útil e patriótica obra. Se me fosse possível intervir a respeito, pediria instantemente que a Escola tivesse o nome de um grande brasileiro já falecido. Faço aceitar o testemunho do meu profundo reconhecimento e transmito ao Dr. Juiz Municipal e outros dignos patrocinadores da ideia da escola o meu sincero agradecimento. Saudações. Professor Lourenço Filho, diretor de Instrução.'
  • Anúncio Malte para a Santa Casa Dos Srs. Augusto Curtos & Cia., estabelecidos nesta praça, um escritório de representações e conta própria, recebemos, ontem, o seguinte memorando: 'De ordem dos Srs. Levid Carneiro & Cia., de Curitiba (Paraná), vimos entregar a V. S. o pacote de Malte Kest, que pedimos enviar à Santa Casa de Misericórdia com aqueles senhores. Agradecemos de misericórdia pela oferta daquele tão excelente produto, que tem, nesta capital, largo consumo e muita aceitação.'
  • Anúncio Publicações 'O Bordado' Os Srs. Ferreira & Cia., agentes comerciais nesta praça, tiveram a atenção de enviar-nos um número de 'O Bordado', jornal de agulha, editado em Porto Alegre, pelo Sr. Ítalo de Fornasa, e aqui representado por aqueles promotores. O exemplar que nos foi enviado, nitidamente, é um excelente mostruário de trabalhos manuais, o qual fará circular um número na forma desse número. Tratam os números de trabalhos de agulha para toalhas, centros, etc., abafadores, e outros desses trabalhos que a mulher gosta de exercer. Por isso, há uma publicação de trabalhos de agulha que assumem uma via pública com eficácia.