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O Nordeste

Setembro de 1924 · 11 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • BAYLEY E O ESTADO: Condições do contrato e a questão dos 400 contos de réis
  • O governo requer preceito cominatório: Devem lembrar leitores a importância dos gastos com o serviço de água e esgotos da capital.
  • A Bayley lucraria 15% sobre os serviços prestados, com um custo mínimo de 410 mil dólares para a obra.
  • O empréstimo americano de 1922 elevou-se a 2 milhões de dólares, com um custo de 871.740 dólares para obras.
  • Despesas no Brasil: 344.631 dólares foram retirados para gastos com obras e melhoramentos no Estado.
  • Serviços de água e esgoto: 500 mil dólares foram destinados a obras públicas, conforme indicado pelo governo.
  • Transferência de fundos: O presidente do Estado autorizou a transferência de 400 contos de réis para a Bayley & Co.
  • Suspensão dos trabalhos: A Bayley & Co. solicitou um terceiro adiantamento de 200 contos, que foi recusado, resultando na suspensão das obras.
  • Protesto do Estado: O Estado fez protesto contra a firma Bayley & Co. no juízo federal e consulado americano.
  • Obras de esgoto continuam: Os trabalhos de esgoto continuaram por conta do governo, enquanto a firma Bayley & Co. solicitou transferência de saldo.
  • Saldo insuficiente: O saldo restante na conta de construção era de apenas 66 mil dólares, insuficiente para cobrir os custos propostos pela Bayley & Co.