Fato histórico

1872

Os novos jornais se chamam: Lira Cearense (de Juvenal Galeno, dominical, publicado a partir de 7 de janeiro), Revista Mercantil (de A. Cirilo Freire, Alexandre Gadelha e Manoel Joaquim Ferreira Júnior; primeiro número - 18 de janeiro), O Carcará, O Correio do Povo, Herói dos Mártires (bestialógico; de Ulisses Alexandre Castelo Branco; dominical, saiu a partir de 19 de maio), A Fortaleza (começou a circular em 17 de maio e tinha o patrocínio da Diocese), O Futuro (político, de José Avelino e Augusto Gurgel do Amaral; iniciou a publicação em 1.o de agosto, representava uma dissidência do Partido Liberal e circulou até 1874), O Meirinho (crítico e literário; tinha como principal colaborador Antônio de Lafaiete), A Opinião (literário e recreativo, surgido em 11 de agosto; semanário), A Ordem (de Antônio Morais), O Palhaço (‘consagrado aos amantes do circo'), Revolução (propriedade do Clube Democracia Cearense, a serviço do Partido Republicano; tinha como principal redator João Cordeiro, que adquirira a gráfica montada por Juvenal Galeno para publicação das suas obras) e A Urtiga (noticioso, político, crítico e medicamentoso; circulou a partir de 10 de novembro e era impresso na tipografia do Pedro II), todos de Fortaleza. Em Aracati (setembro) Júlio César com Voz d'América deu seqüência à sua propaganda em favor da implantação do sistema republicano.

Fonte Revista do Instituto do Ceará - ANNO CXXIV - 2010, 2010 — Datas e fatos para a história do Ceará (1992 - 1993)

Também em 1872