Fato histórico

1881

Novos jornais em Fortaleza: Libertador (1º. de janeiro, órgão da Sociedade Cearense, Libertadora; redatores: José Joaquim Teles Marrocos, Antônio Bezerra de Menezes e Antônio Martins; circulou até 9 de abril de 1892), Telefone (13 de março, dominical), Alcoviteiro (6 de maio, número único), Ateneu Cearense (publicação da Sociedade Recreio Instrutivo, direção de Antônio Alves Brasil), Orsini (5 de maio, número único), Morcego (9 de maio, número único), Morissoca, Mundo, Mequetrefe (de Antônio de Lafaiete) Idiota (dominical), Reform-Club (número único publicado pela sociedade do mesmo nome), Russega, Carcará, Criseu, Eco da Liberdade, Jornal do Comércio (18 de julho, publicado às segundas-feiras; editor: Raimundo Emídio), Equador (15 de setembro), Escranifado, Jornalzinho (25 de setembro, de Antônio de Lafaiete), Liberdade, O Eleitor (outubro; de Frederico Borges e Justiniano de Serpa), Orbe, Porvir, Pigmeu (de Joaquim Fabrício e Marcondes Pereira) e O Voto. No interior foram publicados: O Matuto (Sobral, 15 de maio, semanário, durou seis meses), A Gazeta de Sobral (15 de junho; gerente - Manuel Artur da Frota; circulava às quintas-feiras e durou até 1890), Gazeta de Granja (na cidade do último nome), A Liberdade (Aracati), Ensaio (também de Granja), Gazeta de Baturité (diretor - Aleixo Anastácio Gomes), O Niilista (Baturité, de João Francisco Dias, José Vieira Quintino, Leopoldo Cabral e Auxêncio Rodrigues) e Ipiranga (Baturité; órgão conservador, redigido por Manuel Joaquim Cavalcante de Albuquerque; semanário).

Fonte Revista do Instituto do Ceará - ANNO CXXIV - 2010, 2010 — Datas e fatos para a história do Ceará (1992 - 1993)

Também em 1881