Fato histórico

6 de Dezembro de 1842

A Lei nº 264 autoriza a Câmara a reformar o plano da cidade de Fortaleza.<br> Existia no local da atual Praça do Ferreira o Beco do Cotovelo, que foi demolido por iniciativa do boticário Antônio Rodrigues Ferreira (Boticário Ferreira) para construção da Praça Pedro II, que ficou mais conhecida como Feira Nova, mas então apenas um areal até 1902, com quatro quiosques nos cantos e uma cacimba (poço) no centro e vários "frades de pedra" (colunas feitas de pedra de Lisboa).<br> Os quiosques eram o Café Java, no canto nordeste; o Café Elegante (assobradado), na esquina sudeste; o Restaurante Iracema, no canto sudoeste e o Café do Comércio (assobradado), no canto noroeste.<br> Entre o do Comércio e o Java.<br> O intendente coronel Guilherme César da Rocha (Guilherme Rocha) em 1902 procedeu a primeira urbanização parcial, fazendo em um trecho o belo Jardim 7 de Setembro, murado com grades de ferro, uma caixa d`água, conservando nos cantos os cafés, inaugurada no dia sete de setembro.<br> Em outubro de 1920 o então prefeito Godofredo Maciel demoliu os quatro cafés, construiu um coreto sem coberta e mosaicou toda a praça.<br> Em 1925 constrói o coreto coberto.<br> Raimundo Girão em 1933 constrói a Coluna da Hora e derruba o coreto.<br> No ano de 1949, gestão de Acrísio Moreira da Rocha, é construído, entre a Rua Floriano Peixoto, Rua Guilherme Rocha, Rua Major Facundo e Travessa Pará, o Abrigo Central.<br> Em 1967 a Coluna da Hora é demolida na gestão de Murilo Borges e na gestão seguinte, de José Walter Barbosa Cavalcante, é destruída a Praça do Ferreira, demolido o Abrigo Central e feita uma nova praça terrivelmente feia e inadequada, com um subterrâneo incômodo e quente.<br> Em 1991 o prefeito Juraci Vieira Magalhães manda derrubar a praça tão criticada pelo povo e pela imprensa e constrói uma nova com base na antiga praça, colocando uma nova versão da Coluna da Hora agora com fontes d`água e a antiga cacimba é redescoberta e conservada ao centro.

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