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Biografia

Domingos Olímpio Braga CAVALCANTI

1851–1906

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Segundo 1001 Cearenses Notáveis

Nasceu em Sobral, 18 de setembro de 1851. Bacharel pela Faculdade de Direito de Recife. Jornalista (“O Comércio”, “Os Anais”, “Jornal do Comércio”, “Correio do Povo”, “Cidade do Rio”, “Gazeta de Notícias”, “O País”). Cronista, romancista, teatrólogo... Diplomata. Apresentou-se como candidato a uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, mas perdeu a eleição para Mário de.Alencar (filho de José de Alencar). Seu romance Luzia Homem, publicado inicialmente em folhetim no “Jornal do Comércio”, é um dos pontos culminantes da literatura brasileira. Também publicou O Almirante, sobre costumes cariocas, e teve representados vários dramas, entre- os quais A Perdição; Rochedos que Choram; Túnica de Nesus e Tântalo, a comédia Um Par de Galhetas e o episódio burlesco Os Maçons e o. Bispo. Deixou inéditos numerosos textos: História da Missão Especial de Washington, A Questão do Acre, A Loucura na Política, Domitília (comédia), O Negro (romance de costumes) e outros. Morreu no Rio de Janeiro, 7 de outubro de 1906.

Segundo 1001 Cearenses Notáveis

Grafado como DOMINGOS OLÍMPIO Braga Cavalcanti

Nasceu em Sobral, 18 de setembro de 1859, filho de Antônio Raimundo Cavalcanti e Rita Braga Cavalcanti. Bacharel pela Faculdade de Direito do Recife (turma de 1873). Morou algum tempo em Belém, onde montou banca de Advogado, foi Deputado à Assembléia Provincial e trabalhou no jornalismo. Abolicionista e republicano. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1891, continuando no jornalismo (“O Comércio”, “Os Anais”, “Jornal do Comércio”, “Correio do Povo”, “Cidade do Rio”, “Gazeta de Notícias”, “O,País”. Secretariou a:missão diplomática mandada a Washington com o objetivo de solucionar questão de limites entre o Brasil e a Argentina; os trabalhos desenvolvidos foram relatados na sua História da Missão Especial de Washington. Folhetinista, romancista, teatrólogo. Publicou: Luzia Homem (levado ao cinema por Luís Carlos Barreto na protagonização de Cláudia Ohana); O Almirante (romance de costumes cariocas) e O Uirapuru (novela desenrolada na Amazônia). Para o teatro escreveu as peças: A Perdição, Rochedos que Choram, Túnica de Nésus, - Tântalo, . Um Par de Galhetas, Os Maçons e o Bispo.. Candidato à Academia Brasileira de Letras, foi preterido em favor de Mário de Alencar. Patrono da cadeira n° 13 da Academia Cearense de Ciências, Letras e Artes do Rio de Janeiro, cidade onde morreu em 7 de outubro de 1906.