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Biografia

Raimundo Ulisses de Albuquerque PENNAFORT

1865–1921

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Nasceu em Jardim, 25 de novembro de 1865, filho de Manuel Francisco Cavalcante de Albuquerque e Generosa Cândida Brasil de Albuquerque Pennafort Entrou para o Seminário da Prainha em 1873 e concluiu o curso de Teologia no Seminário do Carmo, em Belém, recebendo as ordens sacras das mãos do Bispo Dom Antônio de Macedo Costa. Colaborou em jornais do Ceará e Pará, entre eles “O Zuavo”, “Caeteense”, “A Tuba”, .”Século XX” e “O Guajará Sócio correspondente da Union des Associations de Ia Presse IberoAmériquaine; Membro cooperador da Union Catolica del Peru, da Arcádia Romana, da Academia Poliglota da Itália e da Société Asiatique des Langues Orientales Vivantes (Paris). Considerado um dos sacerdotes mais cultos do Brasil. Do Instituto Histórico Paraense, Mina Literária do Pará, Iracema Literária (Fortaleza). Patrono da cadeira n° 32 da Academia Cearense de Letras. Romancista, contista, ensaísta, etnólogo, memorialista, poeta. Sua obra inclui, entre outros, os títulos: Ecos D'Alma (1881); Monsenhor Pinto de Campos (1884); A Igreja Católica e a Abolição (1884); Os Retirantes (1887); Os Esplendores do Culto Mariano (1890); O Novo Morto Imortal ou Memória Monógrafa dos Grandes Méritos e Atos Ilustres do Arcebispo Dom Antônio Macedo Costa - O Apóstolo D'Amazônia; Discurso Ontológico (1892); Cenontologia - Ensaios de Ciência e Religião (1894); Memorial Sinótico Sobre a Glorificação do Padre Antônio Vieira no Segundo Centenário da sua Morte; Orações Patrióticas (1898), e Mandu (romance indobrasileiro, 1901). Também escreveu um Quadro Sinótico dos Nomes IndoBrasileiros (1899) e Brasil Pré-Histórico (memorial enciclógrafo, 1900), além de uma Filologia Comparada - Estudos Sobre a Palingenésia da Língua Tupi (1903). Morreu em Belém, 25 de abril de 1921