Orador e poeta popular, natural de Sobral.
Fez parte das forças, que marcharam para a campanha do Paraguay, donde voltou sem uma perna.
Commensal do Barão de Ibiapaba, era muitas vezes visto a falar ás massas das janellas da casa daquelle negociante.
Algumas de suas poesias, como A Cruz, Desalento, estão publicadas nos periódicos de 1873 e 1874.
Uma de suas melhores producções é a que recitou no Cemitério de S. João Baptista por occasião da trasladação dos restos mortaes do legendario General Antonio Sampaio, e que começava assim :
Do caixão quebre-se a tampa,
Que o espaço estreito da campa
Conter não pode Sampaio.