Nasceu em Crato, 20 de maio de 1929, filho de Júlio Teixeira de Alcântara e Corina Macedo de Alcântara. Estudou no Crato (Educandário Santa Inês), Fortaleza (Colégios Farias Brito, São João ç Sete de Setembro), Baturité (Escola Apostólica), Recife (Ginásio Pernambucano) e Rio de Janeiro (Colégio Juruena). Iniciou-se no jornalismo em Fortaleza; em Recife foi redator do “Diário de Pernambuco” e do “Jornal de Comércio” e fundou e dirigiu “O Dia”. No Rio de Janeiro trabalhou em “O Jornal”, “Vanguarda”, “Tribuna da Imprensa” e “Jornal do Comércio”, assim como nas revistas “Senhor”, “Observador Econômico”, “Tradição”, “Brasil Açucareiro” (órgão do Instituto do Açúcar e do Álcool) e “ Reffesa” (da Rede Ferroviária Federal).
Dirigiu a revista “Indústria e Produtividade”, da Confederação Nacional da Indústria. Foi Diretor do Banco do Estado do Ceará. Chefiou o Serviço de Imprensado Governo Virgílio Távora e a representação do DASP no Rio de Janeiro. Foi em toda a sua vida, essencialmente, um jornalista, cronista e repórter. Sua obra é vasta, com alguns livros tendo várias reedições, e inclui, entre outros títulos: Caderno de Poemas (1949); Aspectos do Congresso Brasileiro (1956); Cancioneiro de Lampião (1959); Rosário, Rifle e Punhal.(1960); O Padre e a Beata (1961); Capitão Virgulino Ferreira - Lampião (1968); Floro Bartolomeu - O Caudilho dos Beatos e Cangaceiros (1970); Antônio Conselheiro (1978), e Agreste, Mata e Sertão (1982). Titular da cadeira 11° 7 da Academia Cearense de Letras, tendo como patrono Clóvis Beviláqua. Do Instituto Histórico do Cariri. Membro correspondente do Instituto do Ceará e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Morreu em 30 de agosto de 1989.