Nasceu em Crato, filho de pai desconhecido e de Dona Feliciana, que foi casada com o pernambucano Joaquim Teotônio Sobreira, mestre particular de latim. Ordenou-se padre no Seminário de Olinda (PE). Vigário de Lavras e de Cantagalo, no Rio de Janeiro. Jornalista, ligou seu nome aos jornais “Juiz do Povo”, “Sete de Setembro”, “O Coelho” e “A Liberdade”. Deputado Provincial (1848 e 1864). Publicou: O Tráfico (Tipografia Cearense, 1851), a respeito do problema da escravatura e a derrubada das matas. Alvo de imenso anedotário, sobre ele João Brígido escreveu numerosos artigos no “A República”. Morreu em 18 de outubro de 1872.
AV
Este nome aparece em outro verbete do acervo
Alexandre Francisco Cerbelon Verdeixa sem datas · Olinda